domingo, 27 de julho de 2014

Brasil falha por excesso de governo e povo acomodado

Paulo Rabello - Doutor em Economia pela Universidade de Chicago (EUA), Diretor-presidente da SR Rating, primeira empresa brasileira de classificação de riscos de crédito. Fundador da RC Consultores.
 
Após palestra no Conexão Empresarial, da VB Comunicação, o doutor em economia Paulo Rabello disse, em entrevista a O TEMPO, que o Brasil sofre de um apagão de iniciativas e que o governo fica “como um técnico meio apalermado na beirada do campo”. 
 
Na sua opinião, por que o Brasil falha? O Brasil falha por excesso de governo e povo acomodado com a “canga” de impostos e de incompetência governamental que carrega. Se o Brasil quiser deixar de falhar e começar a triunfar, a gente tem que tirar a canga do lombo do boi, e o boi tem que virar cidadão.
 
Como se faz para tirar essa canga? Tem que votar certo. Não é necessariamente neste ou naquele nome, ele tem que buscar quem repercute um saber, fazer e planejar com um grau razoável de certeza. Esse é o começo. Em seguida, é preciso colocar o povo todo envolvido no processo, e a única maneira de fazer isso é o povo participando dos frutos do progresso, seja por meio da educação – que já seria maravilhoso colocar uma educação padrão Fifa funcionando –, e uma saúde que não deixe ninguém pendurado na fila. Então são medidas inteligentes capazes de dar ao Brasil a chance de um novo começo.
 
Votar certo é votar na manutenção desse governo atual ou mudar a cara do governo? Não é o governo que precisa mudar, o Brasil oficial precisa mudar. Nesse sentido, existe um arco de continuísmo que vem do Fernando Henrique Cardoso e desde antes dele, passando pelo Lula. De uma certa forma, embora oposição hoje, eles fazem parte de uma mesma governança do Brasil antigo. Na medida em que esses governos prometem que vão continuar na antiguidade, na velharia, na mesmice, nós só podemos esperar o mesmo resultado, que éo Brasil crescendo pouco, as máquinas de crescimento não funcionando, enferrujadas, e a gente pagando excesso de manutenção.
 
Por que, para o senhor, é bendita essa derrota do Brasil na Copa? Não poderia ser melhor, e o lugar não poderia ser mais perfeito. Minas Gerais é o centro dos acontecimentos políticos, a derrota por 7x1, do jeito que foi, virou um evento político da maior importância para os próximos cem anos no Brasil.
A seleção brasileira é reflexo do mal-estar da sociedade brasileira. Não é à toa que, entre 1958 e 1970, independentemente de ser democracia com Juscelino Kubitschek ou ditadura fechada, o fato é que o Brasil mostrava desempenho na economia. A seguir, o país perdeu esse desempenho por fatores internacionais, e nuncamais se achou, salvo brevemente no Plano Real.
 
Por que o “Mineirazzo” é uma representação do nosso estado de coisas? Porque o Brasil sofre de um apagão de iniciativas muito semelhante ao da seleção brasileira. O governo fica como um técnico meio apalermado na beirada do campo tentando emitir instruções de última hora, assim como o governo nessas últimas administrações tem vindo com pacotaços, plano Brasil isso, plano Brasil aquilo, que são remendinhos ou remendões, alguns até bem-orientados, mas são remendos, não são pensar novo. Nem a atual estrutura política permite isso, daí a necessidade de haver uma troca de geração, a velharia tem que pular fora.
 
Falando em legislação tributária, o governo é nosso maior sócio? Sócio majoritário porque ele não pergunta se o empresário lucrou, se a família teve um saldo de poupança, ele (o governo) mete a mão na frente, mete a mão na sua renda bruta, na renda bruta empresarial e na renda bruta salarial. Depois, se você pensa que parou de pagar, está iludido, é na hora que você entra no supermercado, no shopping, na casa de material de construção, no serviço público, no acender a luz da casa, no botar combustível no automóvel,é que você vai pagar muito mais.
 
Muito mais do que em qualquer outra sociedade em desenvolvimento? Sim, e por meio dos impostos maus, dos impostos indiretos, já que o pobre paga relativamente mais do que o mais rico porque a alíquota é a mesma para ambos, mas o pobre é mais dependente desses artigos de consumo.
E o que é preciso fazer? Primeiro, reconhecer que a máquina pública está viciada, então qualquer tentativa de agir de modo curto e seco, cortando pela metade essa vasta intromissão tributária, vai dar uma revolução sangrenta, o brasileiro não precisa fazer isso. Existe uma maneira gradual de implementar a mudança, que é pela aglutinação de categorias. Exemplo: juntar numa só categoria o PIS e a Cofins, a Cide e o IPI, junto com o próprio ICMS.
Na segunda etapa, fazer esse novo imposto de circulação de mercadorias e serviços um único tributo, como nos outros países.
 
O senhor diz que o governo virou uma peixaria. Por quê? O governo distribui cerca de 60 milhões de cheques mensalmente dentro dos programas sociais e dos pagamentos regulares, inclusive, de salários e aposentadorias.
O cidadão passa a ficar viciado naquela forma de auxílio, esse é o mal. Claro que quando se trata de uma aposentadoria ou pensão, ela é permanente.
 
Isso garante a manutenção de quem está no poder? Ah, sim, cria-se um mecanismo de controle político, não é voto certo. Espero que não seja, mas cria-se uma dependência, não resta a menor dúvida.
 
O Minha Casa, Minha Vida está sendo um bom negócio? Leva a casa e paga a vida inteira. Foi melhor ter o programa do que não ter, mas ele é cheio de buracos e merece uma reavaliação crítica para melhorar, a começar até da própria disposição físico-urbana, que mais se parece com um campo de concentração. O governo jamais apoiaria no setor privado um loteamento daqueles, que não dispõe de área comercial. Número dois: do ponto de vista financeiro, é difícil viabilizar qualquer coisa num país que pratica a taxa de juros mais elevada do mundo. Mesmo que haja subsídio, o brasileiro vai carregar pagando com a vida. É duro ver a juventude sendo, de certa forma, já aprisionada naquele compromisso financeiro.
 
O senhor utiliza a expressão “manicômio tributário e selva burocrática”. Vamos sair dessas camisas de força algum dia? Sim, e muito rápido, se o próximo governante tiver disposição para tal. Mas é uma guerra sem quartel. Quanto ao manicômio tributário, é enfrentar a questão tributária com a serenidade de quem olha pros lados, constata que o Brasil é um segregado, um excluído no conjunto das nações, porque pratica uma forma de extração de tributos, que em nenhum outro lugar do mundo existe, quer desenvolvido, quer em desenvolvimento, não tem. Só nós.
 
Qual é a sua análise do governo Dilma, o que foi e o que poderia ter sido? Eu diria, numa linha, que, enquanto governo, se caracterizou por estar terminando sem nem ter começado. Ela (Dilma) não começou, está treinando. Seguiu um script que já não era mais para ela. É lamentável, porque é como se fosse um ator que, quando recebeu a parte dele na peça, estava trocada. E quando subiu ao palco, a fala dele não correspondia nem ao momento nem ao personagem e ele ficou ali falando.
 
Da economia mineira, qual análise pode ser feita? Minas tem uma condição singular, porque é mais do que qualquer outro Estado, uma redução do quadro brasileiro, no sentido de que é um extrato, um perfume, um sumário do que nós temos de melhor e das nossas piores contradições. Por aqui, passa uma agropecuária pujante, passa um setor mineral que dispensa maiores apresentações, não incluindo petróleo, porque aí já seria demais. Tem um setor industrial manufatureiro forte.
 
A economia mineira ultrapassou as montanhas ou precisa sair mais? Precisa virar uma plataforma mundial. Acho que a mineirice é o princípio desse novo começo. Minas Gerais tem que estar à altura dessa missão que lhe é historicamente confiada. Daqui surgiu Tiradentes, não foi de outro lugar, daqui surgiu protesto, a busca do novo.
 
iG Minas Gerais | Helenice Laguardia |

Porque um Cristão não deve ser Espírita

 
 
Está decretado que o homem morra uma só vez, e depois disto é o julgamento” (Hebreus 9,27)

Cristianismo X Espiritismo

Hoje em dia muitos cristãos se dizem espíritas e muitos espíritas se dizem cristãos, porém essas pessoas estão enganadas, porque o cristianismo nada tem a ver com o espiritismo. São duas doutrinas totalmente opostas. Nós devemos estudar a doutrina da religião em que acreditamos para não caímos nesse tipo de erro.

Nós cristão acreditamos que só se vive uma única vez, não voltaremos a ter outras vidas terrenas, nem tão pouco teremos a chance de nos redimirmos noutras vidas e acreditamos na vida eterna.

O espiritismo, ao contrário, prega que poderemos viver muitas vidas, ou seja, a reencarnação e que essa vida é apenas uma etapa.
 

Ressurreição X Reencarnação

Nós cristãos acreditamos firmemente na Ressurreição dos mortos, ou seja, como Jesus ressuscitou e vive para sempre, assim também, nós ressuscitaremos depois da morte, os justos viverão para sempre com Cristo ressuscitado.

Os espíritas centralizam sua doutrina na reencarnação, na qual o ser humano iria nascer e renascer várias vezes, em vários corpos diferentes (algumas doutrinas acreditam que até em corpos de animais) sem cessar para purificar-se. Nesse processo está a lei do progresso na qual a alma vai evoluindo sempre sem regresso e a lei de causa-e-efeito, ou “karma”, na qual a alma precisa se purificar de suas más acções, nesta vida ou nas seguintes.

No tempo de Jesus haviam duas doutrinas opostas, uma acreditava na ressurreição dos mortos (como nós cristãos) e a outra acreditava na reencarnação (como os espíritas). Por isso que algumas pessoas as vezes falaram sobre Jesus: “É Elias, ou algum dos profetas…” (Mateus 16, 13-14) elas acreditavam na reencarnação.

Na conversa que Jesus teve com Nicodemos Jesus fala em nascer de novo, porém Nicodemos não compreendeu como um homem adulto voltaria para o ventre materno, há pessoas que interpretam essa passagem ao pé da letra e acham que Jesus afinal estaria falando sobre a reencarnação, mas Jesus é bem claro: “quem não nascer do Espírito” quem não nascer de novo pelo Espírito, ou seja pelo Espirito Santo, o que quer dizer a verdadeira conversão. (João 3, 1-8)

Também temos a parábola do rico e do pobre Lazaro:

"Ora, havia um homem rico, e vestia-se de púrpura e de linho finissimo, e vivia todos os dias regalada e esplendidamente. Havia também um certo mendigo, chamado Lázaro, que jazia cheio de chagas à porta daquele. E desejava alimentar-se com as migalhas que caíam da mesa do rico; e os próprios cães vinham lamber-lhe as chagas. E aconteceu que o mendigo morreu, e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão; e morreu também o rico e foi sepultado. E no Hades ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu ao longe Abraão, e Lázaro no seu seio. E, clamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim, e manda a Lázaro que molhe na água a ponta do seu dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama. Disse, porém, Abraão: Filho, lembra-te que recebeste os teus bens em vida, e Lázaro somente males; e agora este é consolado e tu atormentado. E, além disso, está posto um grande abismo entre nós e vós, de sorte que os que quiserem passar daqui para vós não poderiam, nem tão pouco os de lá passar para cá". (Lucas 16,19-26)

Nessa parábola podemos perceber que quando uma pessoa morre ela irá para um lugar determinado, não fica aqui na terra vagando, e não sairá de lá, seja para o céu, para o inferno ou para o purgatório.

Podemos analisar também que quando Jesus se transfigurou apareceram conversando com ele Moisés e Elias (Marcos 9,4), ora eles estavam vivos (com corpo glorioso), não estavam reencarnados, estavam ressuscitados, é nisso que nós cristãos acreditamos, na ressurreição dos mortos.

Misericordia X “Karma”

Nós cristão acreditamos na imensa misericórdia de Deus, nós seremos salvos pela graça, nossos pecados serão perdoados pela Cruz redentora de Cristo.

Os espíritas crêem no “karma”, ou seja, que tudo que fizermos de mal deverá ser pago, ou nesta vida ou nas demais, progredindo pelos seus próprios esforços a cada existência.
 

Jesus, nosso Deus e Salvador X Auto-redenção

O mais grave quando alguém acredita na reencarnação é pensar que irá se salvar por méritos próprios. Isso é negar totalmente o sacrifício de Jesus na Cruz. Ele é o nosso salvador, nós fomos resgatados por Ele, pelo seu sacrifício na Cruz é que fomos salvos, e não por nós mesmos. O homem por si só nunca seria capaz de se salvar, foi preciso que Jesus morresse por todos, além disso Jesus é Deus, é o Filho de Deus, segunda pessoa da Santíssima Trindade, Deus de Deus, Luz da Luz… os espíritas também não acreditam nessa verdade, para eles Jesus é um “espirito iluminado”, ou seja, um modelo a ser seguido, mas não é Deus. Portanto, os espíritas negam a divindade de Jesus.

Por esse ponto de vista é inadmissível que alguém se considere cristão e espírita, porque a doutrina espírita nega o próprio Cristo. É completamente contraditório crer na reencarnação, negar a divindade de Cristo, ir ao Centro Espírita para receber um passe, falar com os mortos… e depois ir à Igreja para celebrar o Mistério da Páscoa de Jesus, a nossa Salvação.
O link abaixo é um video do padre Paulo Ricardo explicando maiores detalhes sobre o assunto:

http://www.youtube.com/watch?v=WtWIfXOIsVU
 

O Sublime Dom da Vida

A vida pertence a Deus, Ele é o criador de tudo, somente Ele a dá e somente Ele a pode tirar... mas o que isso realmente significa?


A vida está muito além da compreensão humana, apesar de toda a evolução da ciência. O ser humano é dotado de uma maravilhosa inteligência, dom de Deus. Ele é capaz de criar, inventar, produzir, reproduzir, mas não é capaz de dar a vida.

A mulher grávida se maravilha e medita sobre o mistério que ocorre dentro dela. Um novo ser se forma a cada dia, progressivamente ate que vem a este mundo, mas a mãe é passiva no processo. Como esse novo ser humano é formado? Que poder é esse? A ciência descreve, observa, mas também é passiva.  
 
 
Por que no fim da vida o corpo humano naturalmente desgastado por ação do tempo, vai perdendo as forças, as faculdades e morre? Alguém por ventura pode prever o dia e a hora de sua morte?

Por que, às vezes, uma pessoa jovem, inexplicavelmente, tem um ataque fulminante e também morre? E as pessoas comentam: “tão jovem... tinha a vida inteira pela frente”. Como podemos saber se temos mesmo a vida inteira pela frente?

“A morte, fim de quem vive”, o “único mal irremediável”, a herança do pecado.

O homem moderno na sua rebeldia e afastamento do seu Criador gosta de brincar de ser Deus, inspirado pelo inimigo. A criatura quer decidir quando alguém deve viver ou morrer. Essa decisão não cabe a ela, e um dia será julgada severamente pelos seus atos.

Por isso a vida é um dom sublime de Deus, somente Ele é o Senhor da Vida.


“Não matarás!” (Ex 20,13)

"Fostes vós que plasmastes as entranhas de meu corpo, vós me tecestes no seio de minha mãe. Seja bendito por me haverdes feito de modo tão maravilhoso. Pelas vossas obras tão extraordinárias, conheceis até o fundo a minha alma." (Salmo 138,13-14) 

(por Taiana Froes)

26 de julho. Dia Internacional Anti Drogas

O Dia Internacional contra o Abuso e o Tráfico Ilícito de Drogas ou “International Day against Drug Abuse and Illicit Trafficking” em 26 de junho de cada ano, é uma comemoração que foi instituída pela Assembléia Geral da ONU [Organização das Nações Unidas] na sua Resolução Nº 42/112  de 7 de dezembro de 1987, e que está oficializada no Brasil pelo Decreto DNN8091 de 28 de maio de 1999.
 

Essa data comemorativa internacional tem por fim, marcar a data do término da “Conferência Internacional sobre o Abuso e o Tráfico Ilícito de Drogas” ou “International Conference on Drug Abuse and Illicit Traffickin”, que esteve reunida na cidade austríaca de Viena, entre 17 e 26 de junho de 1987, e que aprovou o esboço do “Plano Multidisciplinar Geral Sobre Atividades Futuras de Luta contra o Abuso de Drogas” ou “Multidisciplinary Outline of Future Activities in Drug Abuse Control”, num esforço mundial de inúmeros países para o combate às drogas.
 
 

25 de julho. Dia de São Cristóvão

 

 

O dia de São Cristóvão, protetor dos  motoristas, caminhoneiros, taxistas e de todos os transportadores.

"Cristóvão" significa "Aquele que carrega Cristo" ou "porta-Cristo". Seu culto remonta ao século V. De acordo com uma lenda, Cristóvão era um gigante com mania de grandezas. Ele supunha que o rei a quem ele servia era o maior do mundo. Veio a saber, então, que o maior rei do mundo era Satanás. Colocou-se pois, a serviço deste. Informando-se melhor, descobriu que o maior rei do mundo era Deus. Um ermitão mostrou-lhe que a bondade era a coisa mais agradável ao Senhor. São Cristóvão resolveu trocar a sua mania de grandeza pelo serviço aos semelhantes. Valendo-se da imensa força de que era dotado, pôs-se a baldear pessoas, vadeando o rio.

Uma noite, entretanto, um menino pediu-lhe que o transportasse à outra margem do rio. Apesar de exausto resolveu levar o menino, que a princípio era leve, mas foi se tornando cada vez mais pesado, tanto que Cristóvão precisou de um cajado para conseguir fazer a travessia. Quando chegaram, Cristóvão falou que sentia-se como se houvesse transportado todo peso do mundo. Foi aí que lhe disse o menino: "Tiveste às costas, mais do que o mundo inteiro. Transportaste o Criador de todas as coisas. Sou Jesus, aquele a quem serves".

Nos anos entre 250 e 300, sofreu martírio na Síria, onde pregava, na cidade de Lícia.



No dia em que em que lhe foi dedicado, São Cristóvão é reverenciado; seus fiéis fazem grandes homenagens em procissões. Nas paróquias há aglomerações enormes de caminhoneiros e taxistas, todos querendo receber uma benção especial para suas jornadas.   

http://www2.portoalegre.rs.gov.br/pwdtcomemorativas/default.php?reg=14&p_secao=15

26 de Julho - Santa Ana e São Joaquim

Ana e seu marido Joaquim já estavam com idade avançada e ainda não tinham filhos. O que, para os judeus de sua época, era quase um desgosto e uma vergonha também. Os motivos são óbvios, pois os judeus esperavam a chegada do messias, como previam as sagradas profecias.

Assim, toda esposa judia esperava que dela nascesse o Salvador e, para tanto, ela tinha de dispor das condições para servir de veículo aos desígnios de Deus, se assim ele o desejasse. Por isso a esterilidade causava sofrimento e vergonha e é nessa situação constrangedora que vamos encontrar o casal.

Mas Ana e Joaquim não desistiram. Rezaram por muito e muito tempo até que, quando já estavam quase perdendo a esperança, Ana engravidou. Não se sabe muito sobre a vida deles, pois passaram a ser citados a partir do século II, mas pelos escritos apócrifos, que não são citados na Bíblia, porque se entende que não foram inspirados por Deus. E eles apenas revelam o nome dos pais da Virgem Maria, que seria a Mãe do Messias.

No Evangelho, Jesus disse: "Dos frutos conhecereis a planta". Assim, não foram precisos outros elementos para descrever-lhes a santidade, senão pelo exemplo de santidade da filha Maria. Afinal, Deus não escolheria filhos sem princípios ou dignidade para fazer deles o instrumento de sua ação.

Maria, ao nascer no dia 8 de setembro de um ano desconhecido, não só tirou dos ombros dos pais o peso de uma vida estéril, mas ainda recompensou-os pela fé, ao ser escolhida para, no futuro, ser a Mãe do Filho de Deus.

A princípio, apenas santa Ana era comemorada e, mesmo assim, em dias diferentes no Ocidente e no Oriente. Em 25 de julho pelos gregos e no dia seguinte pelos latinos. A partir de 1584, também são Joaquim passou a ser cultuado, no dia 20 de março. Só em 1913 a Igreja determinou que os avós de Jesus Cristo deviam ser celebrados juntos, no dia 26 de julho.
 

terça-feira, 22 de julho de 2014

O diabo mostra o rabo no discurso do papa Francisco

O temido diabo marcou presença nos dois primeiros discursos do papa Francisco, que já na época de primaz da Igreja argentina culpou satanás de estar por trás da iniciativa de legalizar o casamento entre homossexuais.

  
"Não cedamos nunca ao pessimismo nem à amargura que o diabo nos oferece a cada dia", disse Francisco em um encontro, esta sexta-feira, com seus "irmãos cardeais" na Sala Clementina do Palácio Apostólico do Vaticano.

No dia anterior, em uma missa celebrada na Capela Sistina para os cardeais que participaram do conclave, o primeiro Papa latino-americano já tinha se referido a este ser sobrenatural que, na tradição católica, é o inimigo de Deus e o culpado por todos os males da Terra.

"Quem não reza ao senhor, reza ao diabo, quando não se confessa a Deus, se confessa à mundaneidade do demônio", afirmou nesta homilia chave na qual expôs os princípios de seu pontificado: "Caminhar, Edificar, Confessar".

No entanto, estas referências ao maligno não são totalmente surpreendentes, visto que quando era arcebispo de Buenos Aires, Jorge Bergoglio, já tinha recorrido a ele para expressar sua férrea oposição, em 2010, ao projeto de lei impulsionado pelo governo para legalizar o casamento gay.

O cardeal Bergoglio atribuiu na ocasião a "uma manobra do diabo", a uma "pretensão destrutiva do plano de Deus" a iniciativa legislativa que desgastou suas relações com a presidente Cristina Kirchner, que acabou sendo aprovada.

Além disso, inclusive mais do que na Idade Média, a maioria de seus antecessores nos dois últimos séculos, incluindo Bento XVI (2005-2013) e João Paulo II (1978-2005), recorreu com frequência ao demônio e suas várias formas de interpretá-lo.

"Há quem veja no diabo a própria personificação do mal e quem fale dele como uma identidade simbólica que representa nossa incapacidade de fazer o bem", explicou o teólogo laico italiano Brunetto Salvarani em declarações ao jornal Corriere della Sera.

Tudo parece indicar que a segunda hipótese é a que inspira, nesta ocasião, o Papa quando citou o diabo diante dos grandes desafios que terá que enfrentar no comando de uma Igreja desacreditada por escândalos dentro da cúria e de pedofilia, e que perde fiéis.

A frase mais famosa de um Papa sobre o diabo, lembrou o Corriere, foi proferida por Paulo VI, em 29 de junho de 1972, poucos anos depois do encerramento do Concílio Vaticano (1963-1965), impulsionado por seu antecessor, João XXIII, para modernizar a Igreja, e continuado por ele.

"Há uma sensação de que, por alguma fissura, entrou a fumaça de Satã no templo de Deus", disse, em alusão à crise que a Igreja vivia numa época de Guerra Fria e liberação sexual.

Cultura do egoísmo

 A solidariedade é uma tendência inata no ser humano. Porém, se não for cultivada em família e pela educação, não se desenvolve Frei Betto Escritor, autor de Calendário do poder (Rocco), entre outros livros Publicação: 30/10/2013 04:00/jornal Estado de Minas.

É bem conhecida a parábola do bom samaritano (Lucas 10, 25-37), provavelmente baseada em uma história real. Um homem descia de Jerusalém a Jericó. No caminho, foi assaltado, espoliado, surrado e deixado à beira da estrada. Um sacerdote por ali passou e não o socorreu. A mesma atitude de indiferença teve o levita, um religioso. Porém, um samaritano – os habitantes da Samaria eram execrados pelos da Judeia –, ao avistar a vítima do assalto, interrompeu sua viagem e cobriu o homem de cuidados.

Jesus narrou a parábola a um doutor da lei, um teólogo judeu que nem sequer pronunciava o vocábulo samaritano para não contrair o pecado da língua. E levou o teólogo a admitir que, apesar da condição religiosa do sacerdote e do levita, foi o samaritano quem mais agiu com amor, conforme a vontade de Deus.

Na Itália, jovens universitários expuseram à beira da estrada cartaz advertindo que, próximo dali, um homem necessitava ser urgentemente transportado a um hospital. Todos os motoristas eram parados adiante pela Polícia Rodoviária para responderem por que passaram indiferentes. Os motivos, os de sempre: pressa, nada tenho a ver com desconhecidos, medo de doença contagiosa ou de sujar o carro.

Quem parou para acudir foi um verdureiro que, numa velha camionete, transportava seus produtos à feira. Comprovou-se que os pobres, assim como as mulheres, são mais solidários que os homens burgueses. Em uma escola teológica dos EUA, seminaristas foram incumbidos de fazer uma apresentação da parábola do bom samaritano. No caminho do auditório ficou estendido um homem, como se ali tivesse caído. Apenas 40% dos seminaristas pararam para socorrê-lo. Os que mais se mostraram indiferentes foram os estudantes advertidos de que não poderiam se atrasar para a apresentação. No entanto, se dirigiam a um palco no qual representariam a parábola considerada emblemática quando se trata de solidariedade.

A solidariedade é uma tendência inata no ser humano. Porém, se não for cultivada pelo exemplo familiar, pela educação, não se desenvolve. A psicóloga estadunidense Carolyn Zahn-Waxler verificou que crianças começam a consolar familiares aflitos desde a idade de 1 ano, muito antes de alcançarem o recurso da linguagem. A forma mais comum de demonstrar afeto entre humanos é o abraço – dado em aniversários, velórios, situações de alegria, aflição ou carinho. Existe até a terapia do abraço.

Segundo notícia da Associated Press (18/6/2007), uma escola de ensino médio da Virginia, EUA, incluiu no regulamento a proibição de qualquer contato físico entre alunos e entre alunos e professores. Hoje em dia, em creches e escolas dos EUA educadores devem manter distância física das crianças, sob pena de serem acusadas de pedofilia. As crianças e os grandes primatas – nossos avós na escala evolutiva – são capazes de solidariedade a pessoas necessitadas.

É o que comprovou a equipe do cientista Felix Warneken, do Instituto Max Planck, de Leipzig, Alemanha (2007). Chimpanzés de Uganda, que viviam soltos na selva, eram trazidos à noite ao interior de um edifício. Um animal por vez. Ele observava um homem tentando alcançar, sem sucesso, uma varinha de plástico através de uma grade. Apesar de seus esforços, o homem não conseguia pôr as mãos na varinha. Já o chimpanzé ficava em um local de fácil acesso à varinha. Espontaneamente o animal, solidário ao homem, apanhava a varinha e entregava a ele. É bom lembrar que os chimpanzés não foram treinados a isso nem recompensados por assim procederem. Teste semelhante com crianças deu o mesmo resultado. Mesmo quando a prova foi dificultada, obrigando crianças e chimpanzés a escalar uma plataforma para alcançar a varinha, o resultado foi igualmente positivo.

Em 16 de agosto de 1996, Binti Jua, gorila de 8 anos de idade, salvou um menino de 3 anos que caíra na jaula dos primatas no zoológico de Chicago. O gorila sentou em um tronco com o menino ao colo e o afagou com as costas da mão até que viessem buscar a criança. A revista Time elegeu Binti uma das “melhores pessoas” de 1996.
Frente a tais exemplos, é de se perguntar o que a nossa cultura, baseada na competitividade, e não na solidariedade, faz com as nossas crianças e engendra que tipo de adultos. Os pobres, os doentes, os idosos e os necessitados que o digam.
 

Santa Teresa de Los Andes

Nasceu em Santiago do Chile,  aos 13 de julho de 1900. Seus pais batizaram-na na Paróquia de Sant’Ana, na véspera da festa de Nossa Senhora do Carmo, com o nome de Joana Henriqueta Josefina dos Sagrados Corações. 
 
 
Foi criada no seio de uma família cristã. Seus pais se chamavam Miguel Fernández Jara e  Lucia Solar Armstrong. Eram ricos em bens materiais e virtudes,   e tiveram sete filhos.  

Desde menina cultivou uma profunda fé na eucaristia. Recebeu uma esmerada educação nos melhores colégios da capital chilena. Aos 11 de novembro de 1910 fez a sua primeira comunhão, com  9 anos de idade.  Mais tarde escreverá sobre este dia: “Nosso Senhor falava comigo depois que eu comungava. Mas minha devoção especial era a Virgem: eu lhe contava tudo”. Aos 15 anos fez um voto particular de virgindade.

Durante sua adolescência padeceu de inúmeras enfermidades,  que a deixaram muito debilitada, mas a ajudaram a descobrir sua vocação religiosa. No dia 11 de janeiro de 1919, ingressou no Mosteiro Carmelita de Los Andes, no Chile, para um período de experiência.

No dia 3 de abril do mesmo ano escreveu a seu pai,  pedindo-lhe permissão para se tornar Carmelita. Vestiu  o hábito no dia 14 de outubro, quando recebeu o nome de Teresa de Jesus. Desde então entregou-se intensamente à sua vocação.

Durante sua vida no convento dedicou-se ao serviço de suas irmãs de comunidade, que afirmaram: “Teresinha sempre quis ser a última em tudo”. Começa a escrever cartas cheias de amor a Deus e com o sincero desejo de fazer bem aos seus destinários. Vive mergulhada em Deus, “seu centro e morada”, desejosa de ser “corredentora do mundo” através da “Oração, trabalho e alegre vida fraterna”.  

Sua saúde foi pouco a pouco deteriorando-se e, sem que ninguém tomasse conhecimento, começou a sofrer uma estranha enfermidade, que hoje sabe-se ter sido tifo.

Nos começos de março de 1920, afirma que morrerá em breve. Escreve: “Para uma carmelita a morte nada tem de terrível, pois assim vai-se viver a verdadeira vida e cair-se nos braços daquilo que se amou aqui na terra sobre todas as coisas. Com a morte, mergulha-se eternamente no amor”.

No dia 2 de abril, quinta-feira santa, fica gravemente enferma. No dia 6 faz sua profissão religiosa. Falece santamente no dia 12 de abril, às 19:15 horas. Contava 19 anos e nove meses de vida e apenas onze meses como Carmelita.

O Pe. Julián Cea, C.F.M, que a conheceu, afirmou: “Não tardará a fazer milagres”. O religioso não se enganou. Desde então, muitas graças e favores tem-se obtido através de sua intercessão.

No dia 3 de abril de 1987, diante de uma multidão calculada em um milhão de fiéis, o papa João Paulo II a declara Beata. O mesmo Pontífice canonizou-a em 1993.  É a primeira santa chilena, conhecida como “Santa Teresinha da América Latina”. No ano 2000 celebra-se o centenário de seu nascimento.

A essência de sua espiritualidade: que estejamos dispostos a deixar tudo para seguir Jesus Cristo; que nossos maiores amores sejam Jesus e Maria; que nossa família não seja obstáculo, mas um meio para seguirmos Jesus; que amemos com toda a alma a Ordem do Carmo.

Sua oração 

Deus misericordioso, alegria dos santos, que inflamaste o coração jovem de Santa Teresa com o fogo do amor virginal a Cristo e a sua Igreja e  fizeste de sua vida um testemunho alegre do amor,  mesmo em meio a tantos sofrimentos, concede-nos por sua intercessão que, inundados da docilidade de teu espírito, proclamemos no mundo, por palavras e obras, o Evangelho do Amor. Amém.
 

Cuidado com o pedestre é valorizado em BH

A Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da BHTrans, lançou ontem, na avenida Alfredo Balena, na região hospitalar, a campanha “Pedestre. Eu respeito”. O objetivo da ação é mobilizar e conscientizar pedestres, motoristas e motociclistas para que aconteça uma mudança definitiva de comportamento e mais respeito entre as pessoas que trafegam pela cidade. O programa é resultado de vários meses de planejamento e estudos, que apontaram 12 áreas na região Centro-Sul da cidade como prioritárias para receber as ações educativas. A campanha integra o projeto Vida no Trânsito, do Ministério da Saúde, e tem a previsão de duração de pelo menos um ano.

Para a diretora de Atendimento e Informação da BHTrans, Jussara Bellavinha, esse é o primeiro passo de um grande trabalho que pretende melhorar a condição de tráfego para pedestres e condutores. “A ideia da campanha é que o trânsito nas ruas e avenidas melhore e que os pedestres sejam respeitados. Além disso, será verificada a necessidade de alterações na sinalização. Ao longo deste ano, inclusive, a BHTrans irá aumentar o número de semáforos para os pedestres”, informou. Segundo Jussara, neste primeiro momento a Prefeitura vai trabalhar a parte educacional e, paralelamente, cuidar da engenharia para haver uma melhoria significativa no trânsito da capital mineira.

 
De acordo com o comandante do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar, o tenente coronel Roberto Lemos, a campanha é voltada para que exista mais respeito aos pedestres em Belo Horizonte. “A intenção é tornar a cidade aprazível e cordial. E que os condutores, de carro, caminhão, ônibus, motocicleta ou bicicleta sejam mais tolerantes e respeitem os pedestres e as regras de circulação e sinalização”, disse. Segundo Roberto, depois da campanha educativa e preventiva, haverá a autuação dos condutores que não respeitarem as regras.

O intuito da campanha é fortalecer o respeito à preferência do pedestre nas travessias não semaforizadas, já que o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê que esse comportamento deve ser adotado pelos motoristas. “Está na hora de pararmos de simplesmente admirar as cidades em que os carros param para o pedestre. Vamos todos adotar esse comportamento e nos orgulhar de Belo Horizonte”, comentou Jussara Bellavinha. A experiência em outros países e cidades brasileiras mostra que uma mudança de atitude por parte de todos no trânsito é o suficiente para reverter as estatísticas de violência no trânsito.

Região hospitalar

A região hospitalar da capital, por onde circulam, em média, 99 mil veículos diariamente e onde há uma grande concentração de pessoas vindas de outras cidades, foi escolhida para o lançamento da campanha. A ideia é que cada uma das 12 áreas mapeadas da cidade como prioritárias recebam a ação educativa por quatro semanas seguidas. As outras áreas são as regiões do entorno do Mercado Central, da rodoviária e do Parque Municipal e as avenidas Amazonas, Bias Fortes, Andradas, Santos Dumont e Olegário Maciel, além da Praça Sete, da Savassi e da rua Tamoios, na região central. Com isso, a programação deverá completar um ano de atividades ininterruptas, podendo ser prorrogada. Além disso, haverá intervenções educativas da BHTrans em eventos esporádicos e em locais fora da área central, onde há grande concentração de público.

Qual a importância do programa para a cidade?

Lavínia Rodrigues

Professora, trabalha na Faculdade de Educação da UEMG

“A campanha é providencial e vem em uma boa hora. Como pedestre, respeito o máximo possível as sinalizações para não colocar minha vida em risco. Pretendo comentar a campanha com meus alunos, para que eles repassem essa ideia”.

Luiz Marinho

Cirurgião no Hospital João XXIII

“Acho a campanha fantástica porque é preciso diminuir a quantidade de acidentes, principalmente em avenidas de grande fluxo. É preciso ter mais respeito no trânsito, pois o pedestre costuma pagar o preço”.

Isaque Vilela

Motoboy

“É muito importante. Espero que ela ajude a prevenir acidentes contra o pedestre, porque existem muitos motoristas e motociclistas que desrespeitam as leis de trânsito. No trânsito, todos os veículos são responsáveis pela segurança dos pedestres”.


http://gestaocompartilhada.pbh.gov.br/noticias/2013/03/cuidado-com-o-pedestre-e-valorizado-em-bh

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Mais que um simples jogo!

Recebi este texto brilhante e preciso compartilhar.

Isso representa mais que um simples jogo!
 
Representa a vitória da competência sobre a malandragem!
 
Serve de exemplo para gerações de crianças que saberão que para vencer na vida tem-se que ralar, treinar, estudar! Acabar com essa história de jeitinho malandro do brasileiro, que ganha jogo com seu gingado, ganha dinheiro sem ser suado, vira presid...ente sem ter estudado!
 
 
O grande legado desta copa é o exemplo para gerações do futuro! Que um país é feito por uma população honesta, trabalhadora, e não por uma população transformada em parasita por um governo que nos ensina a receber o alimento na boca e não a lutar para obtê-lo! A Alemanha ganha com maestria e merecimento! Que nos sirva de lição! Pátria amada Brasil tem que ser amada todos os dias, no nosso trabalho, no nosso estudo, na nossa honestidade!
 
Amar a pátria em um jogo de futebol e no outro dia roubar o país num ato de corrupção, seja ele qual for, furando uma fila, sonegando impostos, matando, roubando! Que amor à pátria é este!
 
Já chega!!! O Brasil cansou de ser traído por seu próprio povo! Que sirva de lição para que nos agigantemos para construirmos um país melhor! Educar nossos filhos pra uma geração de vergonha! Uma verdadeira nação que se orgulha de seu povo, e não só de seu futebol.
 
 
Texto recebido no meu face na terça-feira - 08/07/14 às 18:44.