segunda-feira, 21 de março de 2011

São José, o justo.

Disse Jesus:

"Quando fordes revertidos de minha força e receberdes o Sopro de meu Pai, isto é, o Espírito Paráclito, e quando fordes enviados a pregar o evangelho, pregai também a respeito de meu querido pai José."
(Do evangelho apócrifo História de José o carpinteiro, 
capítulo XXX, n. 3, entre os séculos IV e V no Egito)

"Jesus foi para a sua terra e ensinava na sinagoga de maneira que, admiradas, as pessoas diziam: 'Não é ele o filho do carpinteiro? Não se chama sua mãe Maria e seus irmãos Tiago e José, Simão e Judas? suas irmãs não estão todas entre nós?
(Mt 13,54-56).

"Todos se puseram a falar dele e, maravilhados das palavras cheias de graça que saiam de sua boca, diziam:"Não é este o filho de José?'"
(Lc 4,22). 

 "Felipe encontrou Natanael e lhe falou: 'Achamos aquele de quem escreveram Moisés na lei e os pofetas: Jesus, filho de José de Nazaré'. [ ... ] Murmuravam dele os judeus porque dissera: 'Eu sou o pão que desceu do céu. E diziam: 'Não é ele Jesus, filho de José? Não conhecemos seu pai e sua mãe? Como pode dizer: Desci do céu'?"
(Jo 1,45; 6,41-42)

 

Dia 19 de Março - Sábado
Celebramos o padroeiro universal da igreja, São José, esposo de Maria,  foi homem justo e fiel a Deus.



segunda-feira, 14 de março de 2011

A Bola e a Escola – Por Faustino Vicente



Somos, como a maioria dos brasileiros, admiradores do esporte mais popular do mundo, esse incrível futebol. Nossa opinião sobre ele é a seguinte: paixão para torcedores, profissão para jogadores, projeção para diretores e mercadão  para investidores.
A Copa do Mundo, chamada de  o “Everest”do futebol, cuja 20ª edição vai ser disputada no Brasil em 2014 será, também, cabo eleitoral para parte da classe política.
Apesar dos conhecidos retornos, que os investimentos públicos e privados deverão trazer, esperamos que os impostos que pagamos, e se transformam na elevadíssima carga tributária brasileira, – uma das maiores do mundo – sejam aplicados em obrigações e responsabilidades específicas dos Órgãos Públicos. A qualidade dos serviços públicos, exceto as “ilhas” de excelência, ainda deixa muito, mas muito a desejar.
Esse é um dos motivos que leva “a voz rouca das ruas”, à questionar a  realização desse evento em nosso país.
Sendo o futebol um segmento empresarial, os investimentos públicos que deverão ser feitos, poderiam ocorrer independentemente do patrocínio da Copa, como fizeram outros países. Sendo o 88º país do mundo em educação, tendo apenas 51% de saneamento básico, 33 milhões de analfabetos funcionais, 6º pais em homicídios entre jovens, milhões de moradores em áreas de risco, com elevadas taxas de juros e infraestrutura deficiente, evidentemente, o que falta é qualidade de vida.
A educação, singular fator de inclusão social, é o caminho para melhorarmos a nossa, desconfortável, 73ª colocação no ranking internacional do IDH – Índice de Desenvolvimento Humano.
Torcendo para que os benefícios pós Copa se concretizem, sugerimos que o Governo desenvolva projetos  PPPs – Parcerias público-privada – , permitindo que os estádios (arenas multiuso) sejam palcos para eventos populares e exposições artísticas, motivando o brasileiro para atividades culturais.
A consagração da nossa economia, como a 7ª maior do mundo (PIB de R$3,675 trilhões), evidencia que o Brasil não é um país pobre, é um país injusto socialmente e desigual financeiramente.
*Faustino Vicente – Advogado, Professor e Consultor de Empresas e de Órgãos Públicos – e-mail: faustino.vicente@uol.com.br – Jundiaí

Todos contra a PEDOFILIA









Ave Maria cheia de graças
O Senhor e convosco
Bendita sois vós entre as mulheres
Bendito é o fruto do vosso ventre Jesus.
Santa Maria mãe de Deus
Rogai por nos pecadores
Agora e na hora da nossa morte, amem!


quinta-feira, 10 de março de 2011

A NATUREZA NÃO RECLAMA, VINGA-SE.


Faustino  Vicente *
A palavra grega ISO,que significa igualdade, é a sigla da International Organization for Standardization, ou seja,  Organização Internacional para Normalização,fundada em 1947, e localizada em Genebra,na Suíça. Trata-se de uma entidade não-governamental que edita uma série de normas técnicas, reconhecidas internacionalmente, que visam padronizar e melhorar a qualidade de produtos e serviços de empresas do mundo todo. Milhares de empresas, de mais de uma centena de países, têm investido na busca de um Certificado de Qualidade ISO.Ela pode ser entendida como: – escreva o que e como você faz, e faça como você escreveu.

Do elenco de normas existentes daremos destaque,nesta oportunidade, para a ISO14.001 – Sistema de Gerenciamento Ambiental –, que objetiva prevenir,eliminar ou minimizar os efeitos nocivos ao meio ambiente causados por empresas privadas e públicas.Os passos para a implementação desta norma estão assim definidos: 1.) Comprometimento e definição da política de meio ambiente – 2.) Planejamento do sistema de gestão ambiental (SGA) – 3.) Implementação do SGA – 4.) Medições e avaliações e, 5.) Revisão e melhorias contínuas. Conscientizar, envolver e comprometer – do presidente ao servente – é de fundamental importância para que o SGA atinja as metas pré-estabelecidas. Acompanhar rigorosamente, e validar, cada uma das etapas do processo operacional da fabricação de produtos, e da prestação de serviços, é procedimento obrigatório para garantir o equilíbrio do meio ambiente e a  melhoria continuada da qualidade de vida.

Para que o SGA seja bem-sucedido é recomendável fazer um diagnóstico através do diagrama dos 7Ms: 1)mercado,2)mão-de-obra,3)matéria-prima,4)máquinas,5)método,6)medição e 7)meio ambiente.Essa análise crítica nos levará a reduzir as possibilidades  de poluição, reutilizar parte do que já foi usado, reciclar todo tipo de sucata e reinventar novos processos operacionais para a fabricação de produtos e prestação de  serviços. A agressão ao meio ambiente é,também, um desrespeito à massa consumidora, que está tendo a sua percepção despertada para recusar produtos e serviços de empresas ecologicamente incorretas.

Os gravíssimos problemas que estão ocorrendo com o aquecimento global não devem ser atribuídos apenas á uma parcela da classe empresarial,pois os governantes,também, têm a sua parte de responsabilidade na degradação do meio ambiente.Políticas públicas ineficientes, fiscalização insuficiente, investimentos em saneamento básico aquém das necessidades,excesso de burocracia e corrupção,são  fatores da mesma equação – ações públicas ineficazes.

Além da iniciativa privada e dos órgãos públicos cabe, a cada um dos seis bilhões e seiscentos milhões de habitantes do planeta azul, a sua cota de responsabilidade pela preservação do meio ambiente. Combate de desperdício de toda espécie,redução do volume de lixo,coleta seletiva,jogar o lixo no lixo,incentivos á cooperativas de coleta e implementação da CIPRAM – Comissão Interna de Preservação Ambiental são medidas indispensáveis á qualidade de vida. A educação pode contribuir para que tenhamos maior consciência sobre a chamada - Pegada Ecológica,que significa o “quanto da terra produtiva,área florestal,energia,habitação,água,mar,urbanização e capacidade de absorção dos dejetos cada pessoa necessita, para viver de forma minimamente digna.A esse conjunto de fatores, Martin Rees e Mathis Wackermagel, deram o nome de pegada ecológica,cujo estudo indica 2,8 hectares para cada pessoa”.

Numa simples reflexão sobre alguns textos da Bíblia (Gênesis 1, 24-31 + 2,1-19 e Deuteronômio 8,7-10), podemos encontrar referências  sobre a preservação do meio ambiente, desenvolvimento sustentável do ser humano e a destinação social dos recursos naturais da terra.Esse Livro Sagrado prevê, até, punição para os que destroem a Terra (Apocalipse 11:18).

* Faustino Vicente  - Advogado, Professor e Consultor de Empresas e de Órgãos Públicos – e-mail: faustino.vicente@uol.com.br – tel. (11) 4586.7426 – Jundiaí (Terra da Uva)  São Paulo – Brasil

terça-feira, 8 de março de 2011

Boulevard Santa Helena, uma aberração!

Sou completamente contra este tal  Boulevard Santa Helena. Sou contra qualquer obra que venha destruir a imagem da serra de Santa Helena e de Sete Lagoas. Já destruímos demais nossa cidade com empreendimentos que visam apenas o financeiro e o bem estar de alguns poucos.  
Quanto à hierarquia da Igreja Católica, esta também é omissa e se cala diante de assuntos sérios e de interesses do povo. Acho que a Igreja Católica deveria preservar mais o nome de seus santos e santas; quem fosse usar nomes de santo(as) deveria ter autorização da Igreja,  para ser a mesma preservada de tantas injustiças e interesses próprios. Santos e santas são patrimônios da igreja e do povo e não podem ser usados para interesses próprios mesquinhos.   A Igreja precisa entrar nesta luta não só pelo nome da Santa que está sendo usado mas, principalmente, por ser uma questão de destruição do meio ambiente e do futuro de nossa cidade, e é uma obrigação de todos zelar pela conservação de nossos bens naturais.
Nossos lideres políticos são todos omissos, de todos os partidos, e nada fazem de concreto para cuidar de nossa Sete Lagoas. Falam muito e fazem pouco, estou decepcionado com as lideranças políticas de nossa cidade, são todos incompetentes.  Não é possível ficarem calados e assistirem das cadeiras da Câmara, onde nós os colocamos, para nos representar, à destruição de uma área verde tão importante na manutenção dos lençóis d’água,  na preservação de erosões, na conservação de grande numero de arvores que permitem um habitat natural para muitos animais. É impressionante o tamanho da área que vai ser desmatada para se criar mais um condomínio de luxo! Isto é um crime ambiental e nós, cidadãos responsáveis, temos a obrigação de lutar contra isto.