sábado, 26 de abril de 2014

Emocionados, fiéis partilham o que significou a visita do Papa nas suas residencias.

Emocionante o encontro do Papa Francisco com a comunidade de Varginha, em Manguinhos, no Rio de Janeiro. O Pontífice chegou por volta de 11h e foi recebido calorosamente pelos fiéis.

Alguns choravam, outros sorriam, tantos outros pediam a bênção de Francisco para suas vidas. Aguardando pelo Pontífice há mais de quatro horas e debaixo de chuva, Estela Moura, de Santo André, conseguiu tocar no Papa e ser por ele abençoada quando ele entrou na Igreja de São Jerônimo Emiliani.
 
 
“Não tem explicação; de ter pegado na mão dele não tem explicação. O que eu estou sentindo agora é a melhor coisa da minha vida como católica”, disse em prantos.
Após abençoar o altar da Igreja, Francisco dirigiu-se a um campo de futebol, na comunidade, para saudar e abençoar os fiéis. Maria Lídia Santos Teixeira estava lá e achou emocionante essa experiência de ter o Pontífice tão perto. “Foi muito bom, ele é uma pessoa muito de Deus mesmo. Na minha vida e na vida das pessoas, eu acho que vai trazer muita paz”.
 
Após acompanhar atentamente o discurso do Papa à comunidade, Severino Ramos da Silva foi tomado por um sentimento de esperança. Morador da comunidade há cerca de 12 anos, ele confia em mais paz e esperança daqui pra frente.
 
“Pra mim, ele trouxe muita paz, esperança, tudo o que um dia a comunidade precisou. Daqui pra frente, acredito que nós vamos ter uma vida melhor, uma atenção maior do poder público que tinha se esquecido desta comunidade”.
 
Recebendo o Papa em casa
 
Ao longo do curto trajeto entre a Igreja de São Jerônimo Emiliani até o campo de futebol, Francisco caminhou cumprimentando os fiéis. No meio do caminho, ele entrou em uma das casas e teve um momento particular com a família.
 
               Em Varginha, moradores já prepararam suas casas para receber o Papa.
 
Tratava-se da família de Dona Maria Lúcia dos Santos Penha, que ficou muito emocionada com o encontro. “Eu me sinto realizada. Um momento como esse é único. Foi uma coisa muito bacana, tranquila. Eu acharia que eu nem teria palavras para falar com o Papa Francisco”.
 
Ela relatou que eles ficaram na varanda, ela, o marido, a filha, a neta e o Papa; eles encararam tudo com naturalidade. “Ele me passa ser uma pessoa muito tranquila, muito humilde. (…) Se ele veio até aqui foi a mando de Deus. O Espírito Santo de Deus tocou nele e mandou ele vir aqui. Foi uma bênção, o maior presente da minha vida”.
 
 

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