domingo, 30 de setembro de 2012

Por que Padre Décio 11100


A vida política de Sete Lagoas vive tempos de escuridão e trevas, nenhuma voz se levanta para defender o povo e a Democracia da polis. Parece que vivemos ainda na ditadura, ninguém quer defender os interesses coletivos e os anseios da comunidade somente interessa a promoção individual, interesses pessoais ou de classe.

Final de mandato e nossos representantes se preocupam em rifar a Serra de Santa Helena e aumentar seus salários. Uma Câmara Municipal em que nossos vereadores notabilizam-se por miseráveis expedientes de clientelismo em seus currais eleitorais e na busca de uma reeleição para garantir suas “conquistas” com o desprezo para com os eleitores como se os mesmos fossem meras peças de um jogo.

Por essa razão venho colocar meu nome na busca de ser a voz que clama por Justiça para os cidadãos de nossa querida Sete Lagoas. Não quero nem pretendo ser o salvador da pátria, quero apenas servir bem a um povo e a uma cidade que conheço bem, pois aqui passei a maior parte da minha vida, sei dos anseios e das necessidades do meu povo. Sinto que posso contribuir no processo de democratização que a cidade precisa. Quero cuidar bem da cidade que me viu crescer e do povo com o qual cresci.

É hora de mudar para fazer a diferença, num mundo de iguais cujos paradigmas são sempre os mesmos devemos ser um novo paradigma capaz de superar a escuridão e as trevas para dar Nova Vida, animus-anima para a Politica de Sete Lagoas, viver novos tempos. Somos aprendizes de esperança em um mundo sem esperança, onde as drogas, a violencia e a promiscuidade são um arraso não só para as familias mas para a sociedade. É hora de resgatarmos os valores perdidos e renovar as esperanças de uma sociedade nova e restaurada. Juntos podemos fazer do impossivel o possivel. Acredito em voces, acreditem em mim.

Os eleitos não eleitos


Em época de eleições, adoro frequentar as redes sociais. Delicio-me lendo comentários do tipo “político só fica em cadeia nacional durante a propaganda eleitoral gratuita”, “faça um político trabalhar. Não vote nele”. É uma alegria, 2300 anos depois, ver algumas das ideias contidas em República de Platão amplamente disseminadas.
 
Eu sei, a última vez que você estudou filosofia grega foi no colegial. Sem problema, eu relembro você que tão gentilmente veio visitar o meu blog, em meio a tantos endereços disponíveis. Em a República de Platão, através de diálogos socráticos, a democracia é esculachada. Demonstra-se como é um absurdo que os homens mais votados possam assumir os postos de comando mais altos de um Estado. Por uma razão muito simples: nem sempre o mais votado é o melhor preparado. O “nem sempre” é uma maneira polida de dizer quase nunca.
Sambamos em cima do processo democrático, mas também apontamos a solução. A obra apresenta um método idealizado para evitar que a corrupção e a incompetência se apoderem da coisa pública. Vejam, para governar é preciso muito equilíbrio e sabedoria. Portanto, o filósofo seria o governante ideal. Para formá-lo, nada melhor do que um roteiro de intensa preparação que já constituía em si um rigoroso processo seletivo. Mais difícil do que a peneira da Vila Belmiro.
Resumidamente, aos 20 anos acontece o primeiro grande vestibular, com provas práticas e teóricas. Os aprovados recebem 10 anos de educação e treinamento para enfrentar um novo teste. Os poucos que restarem são introduzidos aos estudos filosóficos. Depois de ficarem craques do mundo das ideias, o pequeno grupo é submetido aos problemas práticos a vida. Terão de ganhar a comida com o suor do rosto. E assim, aos cinquenta anos, chegam ao corte final. Os que sobreviveram a esse longo e penoso processo tornam-se os governantes do Estado.
Este método eugênico de preparar gestores públicos tem como objetivo a construção de um Estado ideal. Onde filósofos sábios, corajosos, equilibrados e justos jamais se desviariam de suas principais ocupações. Mais ou menos como é todo mundo no Twitter e no Facebook.
Um pouco pela falta do que fazer, outro tanto por querer conciliar o inconciliável (democracia e a escolha dos melhores) dediquei-me a imaginar slogans de campanha para alguns dos grandes pensadores da humanidade. Isso pode ser um refresco pra você que anda perturbado com a falta de opções para o próximo pleito municipal. Veja quais seriam os seus eleitos.
Vitor Knijnik

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Amigo é coisa pra se guardar...


A CÂMARA MUNICIPAL DE SETE LAGOAS PRECISA DE PESSOAS COMPROMETIDAS COM OS ANSEIOS POPULARES. PADRE DECIO ENGRANDECE ESTA REPRESENTATIVIDADE.

LEONE MACIEL (Empresário e Ex-prefeito de Sete Lagoas)

Servir a Deus



Revº Senhor: Padre Décio

A presença de pessoas sinceramente católicas e que pautem sua conduta pelo Evangelho, é garantia segura para os cidadãos. O povo esta cansado de eleger deputados e vereadores, que apenas aspiram promoção pessoal e defendem interesses de classe ou pessoais. A presença de alguém que escolheu servir a Deus e ao próximo inspira confiança e garante que todas as decisões são em defesa dos mais carentes, e, sobretudo com justiça. Há muito que defendo, como jornalista, na imprensa, a necessidade dos católicos participarem na política, não por vaidade ou obterem prestigio, mas para aplicarem a doutrina social da Igreja. Não conheço, nem há melhor normas para governar um povo, que as indicadas por Jesus.

Espero que povo de Sete Lagoas, onde residia meu amigo Aluízio da Mata, saiba escolher o que maior garantia lhe dá, ou seja, em votar em Vª Revª.

 
Humberto Pinho da Silva

Blogue luso-brasileiro: "PAZ"

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Oração do Sacerdote


Senhor, vós me chamaste ao ministério sacerdotal em um momento concreto da história no qual, como nos primeiros tempos apostólicos, quereis que todos os cristãos, e de modo especial os sacerdotes, sejam testemunhas das maravilhas de Deus e da força do vosso Espírito. Fazei que eu também seja testemunha da dignidade da vida humana, da grandeza do amor e do poder do ministério recebido: tudo isso com o meu peculiar estilo de vida a vós entregue por amor, só por amor e por um amor grandíssimo.Fazei que minha vida celibatária seja a afirmação de um “sim”, gozoso e alegre, que nasce da entrega a vós e da dedicação total ao próximo a serviço de vossa Igreja. Dai-me força em minhas fraquezas E também gratidão em minhas vitórias. Mãe Imaculada, que destes o mais grandioso e maravilhoso “sim” de todos os tempos, que eu saiba converter minha vida quotidiana em fonte de generosidade e entrega, e junto a vós, aos pés das grandes cruzes do mundo, associai-me a dor redentora da morte de vosso Filho, para gozar com Ele do triunfo da sua ressurreição para a vida eterna. Amém.

Oração que os sacerdotes podem recitar todos os dias:

Deus onipotente, que a Tua graça nos ajude, para que nós, que recebemos o ministério sacerdotal, possamos servir-Te de maneira digna e com devoção, com toda pureza e reta consciência. E se não conseguirmos dispor a vida com tão grande inocência, todavia nos concede chorar dignamente pelo mal que fizemos e servir-Te fervorosamente com o espírito de humildade e com o propósito de boa vontade. Por Cristo, nosso Senhor. Amém.

http://www.seminario.com.br/~web/index.php/oracao-do-sacerdote

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Minha familia


Abreu
Sobrenome de origem portuguesa, classificado como sendo um toponímico, ou seja de origem geográfica, deriva do gótico awi (agradecimento, graças) e red (proferir, dar). Vasco Nunes de Abreu parece que é o primeiro deste sobrenome (século 11). É seu solar a torre de Abreu, junto a Valença do Minho.
Fonte: http://www.geocities.com.br/Ibenzi/ (texto) / http://genealogia.netopia.pt/home/ (brasão)