domingo, 26 de agosto de 2012

É hora de mudar.

 

Sou sacerdote Católico, de família selelagoana, criado na Rua Marcílio Dias, no bairro Piedade. Teólogo, Filósofo, Contabilista, formado na E.E. Maurílo Jesus Peixoto; fui militante estudantil, vice-presidente da União Colegial, participei do Grupo de Jovens da Catedral de Santo Antônio. Sempre atuante nos movimentos da Igreja Católica. Na minha vida sempre busquei ajudar aos mais carentes, doentes e idosos, como cristão fiz uma opção preferencial pelos pobres e jovens. Pretendo representar e lutar pelos direitos do povo setelagoano na Câmara Municipal levando suas reivindicações e projetos - desde que constitucionais - em busca de uma melhor qualidade de vida para o povo de Sete Lagoas. Sempre trabalhei em equipe e como tal apoiarei todos os projetos municipais que beneficiem o povo setelagoano.  Quero representá-lo da melhor maneira possível, com dignidade e respeito, a fim de garantir aos cidadãos desta nossa terra querida todos os seus direitos. Com seu voto faremos muito por Sete Lagoas, sabemos que há muito por fazer. Com coragem, fé e competência, juntos vamos chegar lá, pois Sete Lagoas não pode parar.
 

domingo, 5 de agosto de 2012

Movido pelo DESAFIO, unidos pelo trabalho em EQUIPE.


O que pretendo na Câmara – Projetos

Legislar e Fiscalizar: Esta é a função primeira de um vereador, ser o fiscal do povo em uma administração pública.

Segurança: tranquilidade e segurança são primordiais para o povo setelagoano. Lutar por segurança nos bairros e nas escolas, por meio de parcerias com a Policia Militar e com a Guarda Municipal.

Educação: Incentivar a criação de bibliotecas nos bairros, para estimular a leitura. Um povo sem cultura, sem leitura, distante do saber, tem suas ações facilmente influenciáveis e controladas, é como um cego sem guia.

Saúde: Lutar para a criação de mais Postos de Saúde, com um numero maior de médicos e melhor qualidade no atendimento ao povo.  Melhorias no atendimento e na estrutura hospitalar.

Social: Fazer reuniões periódicas com os líderes comunitários de cada bairro, para ouvir e atender às suas reivindicações. Sendo o porta-voz destes líderes na Câmara Municipal.

Cultura: Valorizar mais o folclore municipal, as manifestações religiosas do povo, resgatar a história e a memoria de Sete Lagoas contada por seus artistas. Incentivar as manifestações artísticas populares. Manter viva a cultura do povo setelagoano. Cuidar bem do patrimônio arquitetônico da nossa cidade.

Lazer: Incentivar o esporte como qualidade de vida, na busca de uma melhor saúde física e mental, com o aumento no numero de quadras e academias de ginástica abertas nos bairros, buscando, com isso, tirar as pessoas de todas as formas de vícios.

Meio Ambiente: buscar uma maneira de viabilizar o equilíbrio entre o progresso e nossas riquezas naturais, restaurando e preservando nosso cerrado e os mananciais de agua, de uma forma especial cuidando dos córregos e nascentes e zelando pela Serra de Santa Helena, patrimônio Setelagoano.

Obs.: sujeito a acréscimos

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

''Repensemos a posição sobre divorciados e gays"


Com os seus 55 anos, ele é o mais jovem do Colégio Cardinalício e, depois das últimas declarações, também é um dos mais abertos. Em entrevista à revista alemã Die Zeit, Dom Rainer Maria Woelki, arcebispo de Berlim, exortou a Igreja a repensar a doutrina sobre os divorciados em segunda união e os homossexuais.

Falando daqueles que contraem um segundo casamento – para os católicos, essas pessoas não podem ter acesso à Eucaristia, a menos que vivam com o novo cônjuge como irmão e irmã –, o cardeal recordou que o papa deu a Comunhão ao governador da Saxônia, divorciado e que convive com uma outra mulher.

Como padre – disse o arcebispo – devo supor que quem me pede a Eucaristia o faz com o coração puro. Mas não devemos perder de vista aqueles que, reconhecendo a ruptura do seu casamento, se esforçam por conduzir uma vida segundo os ensinamentos da Igreja e não recebem a Comunhão. Desse modo, dão um forte testemunho de fé".

Woelki também balanceou com relação à homossexualidade. Lembrando que o Catecismo da Igreja Católica estabelece a necessidade de evitar toda marca de discriminação injusta contra gays e lésbicas, o purpurado acrescentou: "Se eu levo a sério o Catecismo, não posso ver as relações homossexuais exclusivamente como negação da lei natural. Eu também busco entender que há pessoas que assumem uma duradoura responsabilidade recíproca, prometem-se fidelidade e querem cuidar uma da outra". Assim, o apelo final: "Devemos encontrar uma forma de permitir que as pessoas vivam sem ir contra os ensinamentos da Igreja".

Sucedendo em julho de 2010 ao falecido cardeal Georg Sterzinski, Woelki logo se afastou das simpatias da comunidade LGBT berlinense, definindo a homossexualidade como "uma violação da ordem da criação". Muitos pensaram que o diálogo entre o mundo gay e a Igreja alemã havia chegado a um beco sem saída. Ao contrário, poucos dias depois da sua primeira exposição sobre o assunto, o arcebispo convocou uma conferência de imprensa muito concorrida, durante a qual voltou atrás, dizendo-se pronto também para debater com os ativistas homossexuais.

E o diálogo aconteceu. No Katholikentag (16 a 20 de maio de 2012), a grande manifestação dos católicos alemães, com mais de 80 mil presenças, Woelki, desde fevereiro elevado à dignidade cardinalícia, disse: "Quando duas pessoas homossexuais assumem a responsabilidade recíproca, se tiverem uma relação fiel e de longo prazo, é preciso considerar essa relação do mesmo modo que um vínculo heterossexual". Muitos dos presentes não acreditaram em seus próprios ouvidos. Há alguns dias, o arcebispo voltou sobre a questão na entrevista à Die Zeit.

Basicamente, essa é a primeira vez que um cardeal eleitor no próximo conclave se expressa em termos tão claros sobre um assunto tão delicado como a homossexualidade. Mudanças de percurso já haviam sido invocadas pelo cardeal Carlo Maria Martini – que tem mais de 80 anos e, portanto, não envolvido no pós-Ratzinger –, pelo arcebispo de Westminster, Vincent Nichols, pelo bispo de Ragusa, Paolo Urso, mas nunca pelas primeiras fileiras do Colégio Cardinalício.

Outra coisa é o discurso sobre os divorciados em segunda união. A questão é muito sentida por Bento XVI, e há muito tempo surgem rumores sobre o estudo de uma solução para o problema.

A nota é de Giovanni Panettiere, publicada no blog Pacem in Terris, 09-07-2012 e reproduzido pelo IHU-Unisnos


http://www.domtotal.com/noticias/detalhes.php?notId=473593